Trump declara domingo como Dia Nacional de Oração: “Proteção de Deus”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira (13) o próximo domingo (15) como Dia Nacional de Oração. O anúncio foi feito em meio a declaração de emergência nacional por causa do coronavírus.

“Somos um país que, ao longo de nossa história, buscou a proteção e força de Deus em tempos como esses…”, tuitou Trump. “Não importa onde você esteja, eu encorajo você a se voltar para oração em um ato de fé. Juntos nós, facilmente, venceremos!”, enfatizou.


Oficialmente, o Dia Nacional de Oração acontece em 7 de maio. Mas, por causa da pandemia global causada pelo coronavírus, Covid-19, o presidente resolveu “adiantar” a data.

“Nos Estados Unidos, celebramos a fé”, afirmou o presidente norte-americano no mês passado, no discurso do Estado da União. “Elevamos nossas vozes em oração e elevamos nossa visão para a glória de Deus”.

Pronunciamento foi feito em meio à crise do coronavírus...

O mundo caminha para a crise final. Os eventos que terão lugar no mundo antes da  volta de Jesus serão catastrófico. 

Logo será imposta por lei a observância obrigatória do domingo

5. Os Estados Unidos tornarão obrigatória a observância do domingo. “Mostrou-se que os Estados Unidos são o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo…” (O Grande Conflito, p. 579).


6. Falarão dos juízos de Deus sobre os que não observam o domingo. “Se repetirá a afirmação de que os juízos de Deus cairão sobre os homens por terem observado o domingo como dia de repouso” (El conflicto de los siglos, pp. 636, 637).


7. Os protestantes dos Estados Unidos darão início a uma aliança religiosa apóstata que depreciará os direitos da consciência. “Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência” (O Grande Conflito, p. 588).

Haverá uma decisão internacional para aniquilar os dissidentes. “Quando a proteção das leis humanas for retirada dos que honram a lei de Deus, haverá, nos diferentes países, um movimento simultâneo com o fim de destruí-los. Aproximando-se o tempo indicado no decreto, o povo conspirará para desarraigar a odiada seita. Resolver-se-á dar em uma noite um golpe decisivo, que faça silenciar por completo a voz de dissentimento e reprovação” (Ibid., 635).
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